domingo, 16 de agosto de 2009

Pequena reflexão dos meus pensamentos confusos

Bom, normalmente, depois de um prólogo viria uma longa história. Com seus desfechos, clímax, e todo o desenrolar. Assim, ao fim, teríamos um epílogo. Não acho que esta longa discussão sobre meus pensamentos vá ser boa o suficiente para que mereça um final importante. Não o bastante para um epílogo. Não o bastante, no mínimo, para que mereça tal denominação. Ando satisfeita esses dias, não como eu queria. Posso talvez comparar minha dieta de leitura com a dieta alimentar de Edward, estou à base de tofu e leite de soja. Como assim? Você deve estar se perguntando. Eu vou tentar, vou dar o máximo de mim. Não prometo nada. Nem que irá entender, muito menos que vá ter sentido. Mas como disse, irei me esforçar. Nos meus últimos relatos, deixei bem claro que ando com uma gana de ler. Uma ansiedade. Tal que acho que só notei a intensidade hoje. Ao notar retardadamente que em menos de dois dias eu havia lido cento e sessenta páginas de “Crepúsculo”. Repito, estou faminta por palavras e pensamentos. Parei, pensei e refleti. Notei que estava indo depressa demais, precisava estudar para os exames e foi como quando Edward teve que parar de beber o sangue de Bella, ou quando Liesel teve que se socar por dentro quando negou os beijos de Rudy. Foi difícil e dolorido. Assim como terminar minha última leitura. Foi no mínimo, para se dizer, exaustivo. Quando parei e fui estudar que senti. Meu cérebro estava pulsante. Estava cheio e pesado. Eu sabia que era de pensamentos e de minha fértil imaginação entrando em atividade. Só o que não pude saber, foi se iria aguentar. Se vou conseguir ir mais gradativamente com a leitura. E não afobada e esfomeada como estava. Tudo o que tenho a dizer é que os livros andam mexendo comigo de uma forma estranha. Anda sendo desagradável ter que hesitar a todas essas palavras, que quando juntas promovem-me pensamentos novos. Se vou continuar meus relatos eu não sei. E muito menos juro. Mas sei que posso adiantar esse epílogo, na humilde tentativa de ao invés de relatos, tentar uma crônica ou uma história mais interessante aos seus olhos. Pobres olhos de vocês, que andam se alimentando dessas minhas desprezáveis histórias. Prometo-lhes que quando puder criar e parar de pensar, eu escrevo aqui.

Um comentário:

  1. Querer tudo ou uma coisa sem cessar pode fazer mau até para um SuperHumano, o melhor, digo é escolher um local e não pensar, repito, NÃO PENSAR, às vezes, só assim algumas coisas se encaixam na nossa cabeça.
    Amei sua maneira de escrever, na palavra adequada: Fasciannte. Eu te love muito.

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