sábado, 28 de novembro de 2009

Onde está minha inspiração? Onde está minha sede? Quero ser saciada.

Não entendi algo ainda. O vestibular testa seus conhecimentos ou rouba-os? Enfim, pequena dúvida. É que notei que nas últimas semanas não ando tendo mais aquela ansiedade para ler. Aquela sensação de insatisfação. Não sinto que me saciei, mas te digo que algo está enganando meu estômago-metaforicamente falando ( o que se alimenta de livros). Não sei se são novos sentimentos que ando tendo ultimamente. Pressão da escola. Pressão do vestibular. A casual pressão de fim de ano. Essas coisas que andam ocupando minha mente. Mas, pensando bem. Acho que não são apenas esses sentimentos. Mas que seja, quem quer saber, não é? Só não entendo onde foi parar minha sede de ler. Minha sede de pensamentos. Onde está minha inspiração. Talvez seja essa ordinária sensação que está me ocupando a mente. Mas não digo que é ruim. Só que está saciando minha sede, mas por enquanto sem me dar inspiração. Não totalmente, se não eu acho que não conseguiria escrever isso agora. Enfim, estou perdida num caos total. Sem sede, sem saciação. Sem inspiração, sem produção. Me dê essa inspiração que tanto anseio. Que tanto quero. Deixa que o que tem que ser ,seja.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A faceta da essência

Como a essência é tão vulnerável? Como uma existência pode acabar com sua própria essência? Isso não deveria acontecer. Não justo. Não é a ordem natural das coisas. Não é como é. E depois? A essência terá castigo? Culpa? Será que assim acaba? Sem o material da existência a essência deixa de existir? Será que ela, a essência, está agora mesmo diante da verdade, diante de toda faceta da vida? A faceta da existência? Será que ela agora sossega, e "vive" ? Que seja. Só queria que não fosse assim. Essa falta de existência que essa essência causou, agora faz falta a outras essências. Isso não é justo! Eu tenho dó, pena. Não sei o que fazer em uma hora como essas com a essência afetada. Tenho medo de não haver nada. E essa essência daqui pra frente não saber como afetou a vida da outra essência. Eu agradeço que eu não tenha sido a afetada. Mas lamento a perda dessa amiga. Assim volto a pensar em uma pergunta que à mim foi posta. A essência precede a existência? Pois se precede, ela ainda vaga por aí. Sabendo de toda essa faceta.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Quebre as pernas, para o caso de ser uma peça.

E nada é mais como costumava ser. Não que eu seja das que gostam de rotina. Mas as coisas estão mudando. Mudando muito. Não que eu não goste de mudanças, aliás, adoro mudanças. Mas é que está tudo muito estranho. E pra coisas estranhas eu não estou acostumada. Não que seja sua culpa, mas… você tem porcentagem nisso tudo. Não grande, mas tem. E não que eu não esteja gostando. Mas estou notando, notar as vezes não é bom. Eu realmente gostaria que as coisas simplismente acontecessem, eu gostaria de “deixar rolar” ,mas não é fácil quando a gente percebe e também quer mudar. Adoro mudanças, adoro aventuras. Adoro coisas novas. É que o rumo que as coisas estão tomando é bom, e tenho medo do bom. Tenho medo de um dia se tornar ótimo, e ser ruim quando deixar de ser ótimo. É que nunca fui boa de inventar. Não sou criativa. Apenas reflexões do meu subconsciente. Que na verdade acho que é bem consciente. Mas de qualquer jeito, eu estou gostando. Quem sabe não se torna um francês Le Fabuleux Destin D’Amélie Poulain? Mesmo que Elizabethtown não seja tão ruim, mesmo sendo americano. Pode não chegar a ser um curta. Mas já pensei em tudo isso. E, na minha mente perigosa, isso pode acontecer. Mas de qualquer forma, essa não é a única mudança. É que é a boa. O resto é ruim. O resto me faz sofrer. E isso ainda não me causa dor. Também, o dia que causar, vai ser bem doloroso. É difícil encarar o tornado quando ele já está vindo. Mais difícil ainda é o depois, e isso é para as coisas ruins. A boa? Mal começou, só estou sendo otimista.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Carpe Diem, é apenas a conclusão de tudo.

E ultimamente me pego pensando se é tudo mera coincidência. Se for, muitas coisas são irônicas. Se não for apenas coincidência, bom é ironia do mesmo jeito, porém do destino. Não vou discutir comigo mesma se destino existe ou não. Minha mente é perigosa, e prefiro não mergulhar nela-não em pensamentos profundos-, a mente humana é muito mais perigosa do que pensamos ser. Ela pode nos enganar. E novamente me pego pensando. Pensar ultimamente tem sido doloroso. E ando fazendo isso com muita frequência. O vestibular me força, cobra de mim. Que seja não quero mais pensar nisso. Deixar de pensar? Não consigo mais, não é possível. Tenho necessidade de conhecimento-conhecimento ou informação? Conhecimento, sem um pingo de dúvida-, isso faz parte do meu ser. Da minha existência. Cogito, ergo sum. E eu sei que existo. A todo o momento. A cada segundo. A cada mínimo pensamento. A cada mínima dúvida. Ah, vá! Não me diga que não gosta de um pouco de conhecimento? De olhar para algo e saber como aquilo funciona –de diversas formas- matematicamente, fisicamente, quimicamente, o contexto histórico que o envolveu etc. E novamente penso que só sei que nada sei. Para talvez assim um dia saber de algo. Após essa pequena e modesta reflexão posso – me permito – voltar ao tema central desse post. Coincidências, é que ando passando por situações que me deixam essa dúvida. Mas eu prefiro fazer vista grossa pra isso. E apenas viver minha vida. Com coincidências ou não.