E nada é mais como costumava ser. Não que eu seja das que gostam de rotina. Mas as coisas estão mudando. Mudando muito. Não que eu não goste de mudanças, aliás, adoro mudanças. Mas é que está tudo muito estranho. E pra coisas estranhas eu não estou acostumada. Não que seja sua culpa, mas… você tem porcentagem nisso tudo. Não grande, mas tem. E não que eu não esteja gostando. Mas estou notando, notar as vezes não é bom. Eu realmente gostaria que as coisas simplismente acontecessem, eu gostaria de “deixar rolar” ,mas não é fácil quando a gente percebe e também quer mudar. Adoro mudanças, adoro aventuras. Adoro coisas novas. É que o rumo que as coisas estão tomando é bom, e tenho medo do bom. Tenho medo de um dia se tornar ótimo, e ser ruim quando deixar de ser ótimo. É que nunca fui boa de inventar. Não sou criativa. Apenas reflexões do meu subconsciente. Que na verdade acho que é bem consciente. Mas de qualquer jeito, eu estou gostando. Quem sabe não se torna um francês Le Fabuleux Destin D’Amélie Poulain? Mesmo que Elizabethtown não seja tão ruim, mesmo sendo americano. Pode não chegar a ser um curta. Mas já pensei em tudo isso. E, na minha mente perigosa, isso pode acontecer. Mas de qualquer forma, essa não é a única mudança. É que é a boa. O resto é ruim. O resto me faz sofrer. E isso ainda não me causa dor. Também, o dia que causar, vai ser bem doloroso. É difícil encarar o tornado quando ele já está vindo. Mais difícil ainda é o depois, e isso é para as coisas ruins. A boa? Mal começou, só estou sendo otimista.
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